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Ciência & Pesquisa

Linhas de Pesquisa

Nossos ensaios e produções aplicadas focam na solução tangível para populações historicamente negligenciadas.

Ciência e Equidade: Foco em Populações Prioritárias

Nossa produção científica é dedicada a transformar a realidade de grupos em contextos de vulnerabilidade. Atualmente, o IRPP concentra seus esforços e pesquisas no sistema prisional e em comunidades indígenas, gerando evidências que fundamentam intervenções precisas e políticas públicas voltadas à promoção da dignidade e da saúde coletiva.

Profissional de saúde do IRPP realizando atendimento em campo para populações prioritárias

Frentes Endêmico-Epidemiológicas

Nossos pesquisadores se dedicam fundamentalmente a criar soluções contra as doenças de maior incidência territorial no Brasil.

Tuberculose

Detecção Disruptiva e Estratégias de Eliminação da Tuberculose.

Aplicação de triagem em massa para identificação de TB ativa e subclínica em populações prioritárias, utilizando radiografia portátil com suporte de Inteligência Artificial e biologia molecular (GeneXpert Ultra).

HIV

Redução da Subdetecção e Vínculo Terapêutico Imediato.

Inquéritos de testagem rápida para HIV voltados à mitigação de vazios assistenciais.

Sífilis

Diagnóstico Point-of-Care e Controle de Agravos Negligenciados.

Mapeamento sistemático da prevalência de sífilis por meio de testes rápidos e punção digital.

Hepatites Virais

Diagnóstico ativo de Hepatites B e C como coinfecções determinadas socialmente.

Execução de busca ativa e testagem molecular para HBV e HCV, integrando a triagem de infecções transmissíveis ao acompanhamento clínico.

Pesquisa em ambiente prisional no Polo Bahia
Polo Bahia

Contexto de Vulnerabilidade: Sistema Prisional

A privação de liberdade é um dos ambientes de maior risco para contágio e abandono de tratamento da Tuberculose e HIV. O IRPP conduz estudos estruturais em unidades da Bahia para formular novas políticas públicas de profilaxia intra-muros.

Polo Amazônia

Geografia e Isolamento: Saúde Indígena

O distanciamento dos grandes centros gera subnotificação severa. Desenvolvemos estratégias robustas de testagem e monitoramento sindrômico focados nas populações originárias do norte do país, respeitando matrizes socioculturais.

Atendimento e saúde indígena no Polo Amazônia
Falta ao mundo científico coragem para agir fora da caixa controlada, onde tudo é ideal e previsível. Talvez não nos falte mais inovação, nos falte ação e compaixão.
Beatriz DuarteFundadora & Presidente